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A Global Blue promoveu com o apoio da Casa da América Latina
e da UCCLA a 23 de outubro, a 1ª Tax Free Talks Brasil dedicada ao turista
brasileiro, numa estratégia para esclarecer e analisar a melhor forma de
divulgar Portugal como um destino de compras na Europa, as vantagens do
tax-free, a qualidade comércio de luxo em Lisboa e em Portugal, incrementando
as vendas e valorizando a economia portuguesa.

Os turistas brasileiros ocupam a 2.ª posição no ranking do
Turismo de Compras em Portugal e gastam, em média, 311 euros nas compras
realizadas em território nacional, sete vezes mais que os clientes locais,
segundo dados revelados por Renato Leite da Global Blue, empresa de transacções
de tax free. “No mix de compras estão as lojas de roupa e moda, com um gasto
médio de 237 euros, e relógios e jóias, com 1.300 euros. Estas compras são
feitas, sobretudo, na Av. da Liberdade, no El Corte Inglês, na Baixa, no
Colombo e no Freeport”, acrescenta a Global Blue, referindo que nos últimos
anos, os turistas brasileiros têm vindo a reforçar a sua posição, com um
crescimento sustentado, mas ainda com grandes oportunidades de expansão e de
negócio.

Bernardo Cardoso, coordenador do mercado brasileiro no Turismo de Portugal, conhecedor da realidade brasileira, confirmou a apetência destes consumidores por compras e sobretudo de artigos que não têm no seu mercado de origem. Referiu ainda a importância de algumas ações como a Feira de Luxo de São Paulo, a ILTM Latinamerica “O brasileiro gasta, mas gasta bem. Não existem grandes planos de poupança no Brasil. Se não gasta em Portugal, gasta noutro local da Europa” alertou.

Susana Santos, do El Corte Inglés, referiu a necessidade de
articulação de estratégias e a iniciativa da TAP Portugal Stop Over estimulando
a ficar mais tempo em Lisboa e ser o último destino antes do regresso.

“Perceber quem está a gastar mais, quem está a comprar, data, bons guias de compras, optimização do processo de venda, tudo isto pode ser muito útil para vender melhor e a Global Blue também pode ajudar”, esclareceu Pedro Miguel Silva, Associate Partner da Deloitte.