Exposição “Paisagens, e não tanto” na CAL

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30 de abril a 30 de julho
Casa da América Latina
Entrada livre

Inaugurou a 30 de abril a exposição da Casa da América Latina, da autoria de Francisco Ariztia, artista plástico chileno radicado em Portugal.

Com o título “Paisagens, e não tanto”, nesta mostra poderemos conhecer os seus últimos trabalhos de pintura.

FRANCISCO ARIZTÍA

Nasceu em Santiago do Chile em 1943. Estudou na Escuela Nacional de Bellas Artes, na Universidade do Chile, em Santiago.

Em 1966 obtém uma bolsa de pós-graduação em Belgrado (Jugoslávia). Trabalha em oficinas livres de gravura e pintura na Escola de Belas Artes de Belgrado.

Em 1968 obtém uma bolsa de pós-graduação na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts de Paris.

Em 1970/72 vive e trabalha em Bolonha, Itália. Em 1972 regressa ao Chile, onde trabalha como monitor na Casa da Cultura de Chuquicamata. Cria oficinas e coopera com jovens actores e poetas.

Em Dezembro de 1973 regressa a França, realiza um estágio no Museu da Abadia Sainte Croix, em Sables d’Olonne, e em 1974 é convidado para participar na Bienal de Veneza.

Desde 1975 vive e trabalha em Lisboa. Neste mesmo ano pinta no Centro Cultural de Alcântara um mural alegórico ao 25 de Abril – “Do tempo da outra Senhora ao tempo novo.”

Faz vários painéis e pinturas para os filmes de Raul Ruiz. De 1989 a 1991 foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.

Foi professor de desenho e pintura na Sociedade Nacional de Belas Artes de Lisboa.

De 1998 a 2002 é nomeado Adido Cultural da Embaixada do Chile em Portugal. É autor de um mural de azulejos realizado a partir de um original de Roberto Matta, situado na parte norte do Parque das Nações.

Em 2005 e 2006 participou na Feira Internacional de Arte Contemporânea (ARCO), em Madrid.

Realizou e integrou várias exposições no Chile, França, Itália, Reino Unido, Alemanha, Portugal, Espanha, Estados Unidos da América, Holanda, Sérvia e Uruguay. A sua obra está representada no Museu de Arte Contemporânea de Santiago do Chile, no Museu de l’Abbaye Ste Croix (Sables d’Olonne, França), no Museu de Sassoferrato (Itália), no Museu de Arte Moderna de Bochum (Alemanha) e no Museu de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa).