Vencedora da categoria ciências sociais e humanas do prémio cientifico

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Isabel Araújo Branco venceu o Prémio Mário Quartín Graça, na categoria de Ciências Sociais e Humanas, com a tese A recepção das literaturas hispano-americanas na literatura portuguesa contemporânea: edição, tradução e criação literária.

Sobre este trabalho, o júri afirmou que Isabel Araújo Branco “realizou uma investigação inovadora e muito original acerca das relações literárias entre a América Hispânica e Portugal no contexto contemporâneo. Baseada na teoria da literatura comparada e na teoria dos polissistemas, esta tese concede um especial destaque ao realismo mágico, incidindo numa série de autores fundamentais da literatura portuguesa contemporânea, como Lobo Antunes, David Machado, Dinis Machado, Hélia Correia, José Riço Direitinho, Saramago, Lídia Jorge, Mário de Carvalho ou Valter Hugo Mãe. A autora analisa também, e de uma forma exaustiva, a edição em Portugal de autores literários hispano-americanos. O resultado é um estudo de grande fôlego sobre a recepção das literaturas hispano-americanas em Portugal, um contributo muito importante para esta área de estudos.”

Leia aqui o resumo da tese:

“A tese analisa as relações literárias da América Hispânica e de Portugal, concretamente a recepção das literaturas hispano-americanas na literatura portuguesa contemporânea. Recorremos à teoria da Literatura Comparada e à teoria dos polissistemas, para compreender campos tão vastos como a produção literária portuguesa e a tradução, edição e publicação de obras hispano-americanas. Neste âmbito, investigam-se as origens ibéricas do realismo mágico português e seu desenvolvimento, nomeadamente a sua relação com o realismo mágico hispano-americano. Estudamos particularmente os casos de António Lobo Antunes, David Machado, Dinis Machado, Hélia Correia, José Riço Direitinho, José Saramago, Lídia Jorge, Mário de Carvalho e Valter Hugo Mãe.”