“Saudade” – Concerto de Miguel Amaral e Yuri Reis na CAL

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29 de novembro
21h30
Casa da América Latina
Entrada: 7.50€ – reservas@casamericalatina.pt

Guitarra portuguesa e violão de 7 cordas. Choros, valsas e guitarradas formam um só país musical onde não se descobre a direção das influências. Surge assim uma música que parece ter nascido no mesmo berço. Retrata 500 anos de história e uma profunda afinidade. Como as palavras, também as notas foram escritas na mesma língua.

Miguel Amaral, na guitarra portuguesa e Yuri Reis no violão de 7 cordas.

Miguel Amaral nasceu no Porto em 1982, idade em que iniciou os estudos de piano. Estudou depois guitarra portuguesa e composição com vários professores, e passou a apresentar-se a solo em recitais em Portugal e no estrangeiro. Tanto colabora com agrupamentos de música de câmara como em programas de música para orquestra. Passou por salas como Casa da Musica, Fundação Calouste Gulbenkian, Culturgest, Teatro Solis (Montevideo), Centro Cultural Kirchner (Buenos Aires), Teatro Nescafé (Santiago do Chile), FIL Guadalajara (México). No ano de 2013, lançou “Chuva Oblíqua”, o seu álbum de estreia a solo, inteiramente dedicado ao repertório solista que tem vindo a desenvolver. Ainda em 2013, forma com o pianista Mário Laginha e o contrabaixista Bernardo Moreira o Novo Trio de Mário Laginha, tendo gravado ainda nesse ano o disco “Terra Seca”.

Yuri Reis é cavaquinista, violinista e compositor. Iniciou-se na música aos 13 anos através da linguagem do choro. Dedica-se à composição e ao acompanhamento de Samba e Choro e, no que diz respeito ao violão, tem como principal referência a música de Dino 7 cordas, um dos grandes consolidadores do violão de acompanhamento no Brasil.

Tem participado regularmente em concertos ao lado de músicos como Maurício Carrilho, Pedro Amorim, Joel Nascimento, Antônio Rocha, Ronaldo do Bandolim, Jorginho do Pandeiro, Carlinhos Leite, Regional Imperial, Monarco, Valter Alfaiate, Amélia Rabello, Cristina Buarque, dentre diversos outros.

Sobre o projeto “Saudade”, devemos prestar atenção às palavras de Mario Laginha: “São muitas as razões para se gostar deste disco. Ser muito bem tocado e ter uma belíssima escolha de repertório são algumas delas. Mas um dos fascínios de “Saudade” é que nos mostra, com uma transparente clareza, como é fácil estabelecer uma ponte entre o fado e o choro.”