As sessões de cinema da América Latina continuam no Cinema São Jorge
A Casa da América Latina anuncia novas datas para a 17ª edição da sua já emblemática Mostra de Cinema da América Latina, que decorrerá de 28 a 31 de maio de 2026, no Cinema São Jorge, reforçando o compromisso com a divulgação da produção cinematográfica contemporânea da região.
A sessão de abertura, marcada para 28 de maio, às 21h00, na Sala Manoel de Oliveira, apresenta Mistura, do realizador Ricardo de Montreuil. Este momento inaugural dá o tom de uma programação que privilegia obras inéditas em Portugal, oferecendo ao público uma oportunidade rara de contacto direto com o que de mais recente e relevante se produz na América Latina.
Ao longo de quatro dias, a mostra percorre diferentes geografias e linguagens cinematográficas, reunindo títulos do Peru, Panamá, Bolívia, Uruguai, República Dominicana, Colômbia, Chile, México e El Salvador. Entre ficção e documentário, comédia e drama, cinema de autor e propostas mais experimentais, a seleção evidencia a pluralidade estética e temática que caracteriza o panorama atual da região.
O encerramento, a 31 de maio, às 19h15, será assinalado com a exibição de Todos los Peces, da realizadora Brenda Vanegas, que estará presente na sessão, proporcionando um momento privilegiado de encontro entre criadora e público.
A América Latina continua a afirmar-se como um território fértil para a imaginação cinematográfica. A sua produção reflete não apenas a riqueza cultural e social da região, mas também a complexidade das suas histórias, identidades e conflitos. É neste contexto que a Mostra de Cinema da América Latina se posiciona como uma plataforma de descoberta e reflexão, aproximando o público português da vitalidade e diversidade do cinema latino-americano contemporâneo.
Promover esta iniciativa é também afirmar a importância de um diálogo cultural que transcende fronteiras. Ao trazer para Lisboa filmes inéditos que espelham sociedades em transformação, as suas tensões, lutas e esperanças, a Casa da América Latina reforça a criação de pontes de entendimento e empatia através da arte.
O convite fica lançado: quatro dias para explorar, partilhar e celebrar um cinema tão plural quanto vibrante, e, sobretudo, urgente.






