jp.ik apoia a Mostra de Cinema da América Latina

Etiquetas: ,
___________________________________________________________________________________

A jp.ik, unidade de Educação da J.P. Sá Couto, SA, pela essência da sua Missão e pela incerteza que abruptamente alterou as nossas vidas a partir de março deste ano e perante e propagação do Covid-19, decidiu apoiar diferentes causas, entre elas, o movimento #tech4COVID19 e doou 500 computadores Pupil104. Este movimento reúne mais de 5000 pessoas, entre as quais, engenheiros, cientistas, designers, marketeers e profissionais de saúde, e mais de 250 empresas num propósito comum: “unir o talento português no desenvolvimento de soluções tecnológicas que ajudem a população a ultrapassar o desafio do Covid-19”.

Também nesse contexto de responsabilidade social se integra a manutenção do apoio à Mostra de Cinema da América Latina 2020, demonstrando um claro apoio à cultura, um dos setores mais afetado pela pandemia, permitindo manter a parceria neste projeto com a Casa da América Latina. “As boas parcerias são para todas as ocasiões e a jp.ik não poderia deixar de apoiar um excelente projeto, sobretudo num momento da maior dificuldade, este que estamos todos a passar. O conceito de que juntos conseguimos superar melhor as adversidades, é um dos lemas deste grupo empresarial e das pessoas que o compõem,” afirmou Jorge Sá Couto, Chairman da jp.ik.

A jp.ik é a unidade de negócio para a Educação da J.P. Sá Couto, empresa com mais de três décadas de história. Conquistou um posicionamento líder no mercado das Tecnologias de Informação e Comunicação, mantêm e reforçou uma forte presença em quase todos os países da América Latina e há 11 anos que apoia a Mostra de Cinema da América Latina.

A Casa da América Latina apresenta este ano na MCAL, de 10 a 15 de dezembro, no Cinema São Jorge em Lisboa, filmes provenientes da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, México, Panamá, Peru e Venezuela.

Nas duas décadas deste novo século temos assistido a um renascimento do cinema latino-americano, graças a uma jovem e entusiástica geração de realizadores que tem vindo a mudar drasticamente a forma como a América Latina se vê e se projeta no grande ecrã.

Esta renascença tem vindo, a par com as mudanças políticas e sociais, a trazer-nos novas noções de política, cultura e identidade.

A Mostra de Cinema da América Latina abre esta edição com Argentina e o primeiro filme de uma jovem realizadora, Ana García Blaya, “Las Buenas Intenciones” e encerra com Brasil e “Boca de Ouro” de Daniel Filho.