Embaixadores visitaram Quinta de Alorna com a CAL

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A Casa da América Latina e a Sociedade Agrícola Quinta da Alorna, empresa parceira da CAL, realizaram no passado dia 17 de Setembro uma jornada de trabalho com os Embaixadores da América Latina em Portugal. O encontro serviu para apresentar os  projectos da empresa na América Latina e analisar oportunidades de negócios em países onde ainda não está presente.

“A Quinta da Alorna já está presente em 25 países, dos quais destaco a China, mercado com grande importância para a nossa empresa. Contudo os mercados da América Latina são também relevantes. A sociedade já tem presença no Brasil e México, onde pretende consolidar a sua posição, mas outros países podem revelar-se mercados interessantes como a Colômbia ou Peru”, referiu Francisco Lopo de Carvalho, administrador da Sociedade Quinta da Alorna.

A visita à adega foi conduzida pelo enólogo José Hipólito, onde após prova de um vinho em fermentação foi explicado todo o processo de fabrico, desde a vindima (ainda em curso) até ao vinho engarrafado.

Seguiu-se uma visita ao Centro Equestre, com a apresentação de um espectáculo de dressage por Filipe Canelas Pinto, um dos melhores cavaleiros português, que se encontra entre os 200 melhores do mundo.

Foi feita uma prova de harmonização de vinhos com diversos pratos. Os vinhos degustados foram: Quinta da Alorna Rosé Touriga Nacional 2012 , Quinta da Alorna Colheita Tardia Branco 2011, Quinta da Alorna Reserva Branco 2012, Marquesa da Alorna Tinto 2009 e Quinta da Alorna Colheita Tardia Tinto 2010.

“A melhor forma de conhecermos as empresas e de transmitirmos o que elas têm para oferecer é fazendo visitas como esta. Bem organizadas e conduzidas com grande afabilidade. Estou certo de que eu e os meus companheiros, senhores embaixadores aqui presentes, jamais esqueceremos a Quinta da Alorna e os seus esplendorosos vinhos”, afirmou Lucas Rincón Romero, Embaixador da Venezuela em Portugal.

Pedro Lufinha, Diretor-Geral da empresa, recordou a história do Palácio Alorna. Um edifício mandado construir, em 1730-40, por D. Pedro de Almeida Portugal, o primeiro Marquês de Alorna, antes de partir para a Índia como vice-rei. Viria a ser palco de grandes acontecimentos históricos e culturais determinantes na História de Portugal.

A Sociedade Agrícola da Alorna nasceu em 1915 após o falecimento da Condessa da Junqueira, D. Emília Angélica Monteiro de Sampaio, filha do Visconde da Junqueira, que por não ter descendência determinou que a quinta fosse herdada por seis parentes seus. Três anos mais tarde, em 1918, a propriedade foi adquirida por novos sócios, entre eles o médico, dentista e empresário Dr. Manuel Caroça, que se tornou em pouco tempo o único dono da quinta, adquirindo as quotas dos restantes sócios. Fernanda Caroça, sua filha, casou com Fausto Lopo de Carvalho,  médico pneumologista, contemporâneo de Egas Moniz, que se encarregou da gestão da quinta, conseguindo que voltasse à prosperidade dos tempos antigos. O casal teve três filhos que o avô, Manuel Caroça, tornou herdeiros da Quinta da Alorna, ainda em vida.