Casa da América Latina presente no Portugal Exportador 2012

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A Casa da América Latina associou-se na organização do Workshop do Mercado América Latina do Portugal Exportador 2012, que decorreu no passado dia 21 de Novembro no Centro de Congressos de Lisboa. Carlos Quenan – Vice-Presidente para a América Latina do Institut des Amériques, Paris – foi o orador escolhido pela CAL para abrir e comentar o workshop e apresentou as principais oportunidades e riscos para as empresas na América Latina, “tendo sempre presente a crise internacional que pode durar mais tempo do que o previsto”.

Na edição deste ano, que envolveu um alargado número entidades públicas e privadas, com destaque para a presença de 46 embaixadas, 15 câmaras de comércio bilaterais, 12 associações empresariais, e diversas empresas prestadoras de serviços, houve uma adesão superior a 1500 empresas, ultrapassando significativamente as edições anteriores.

Na sua intervenção na sessão de abertura, o presidente da AIP – Feiras, Congressos e Eventos (que organizou o evento em parceria com a AIP – Câmara de Comércio e Indústria, o BES – Banco Espírito Santo e a Aicep Portugal Global, com o apoio da CIP-Confederação Empresarial de Portugal e da AEP-Associação Empresarial de Portugal), Rocha de Matos, referiu que os empresários presentes puderam “num só dia e num único local aceder às principais fontes de informação, instrumentos disponíveis e aos mais importantes agentes públicos e privados, relacionados com o processo de internacionalização”.

O workshop contou ainda com as intervenções de directores da AICEP nos mercados do Brasil, Venezuela, México, Peru e Colômbia e de responsáveis das empresas FAMAVAL CRIAÇÕES METÁLICAS ADAUTA, S.A. (Brasil), GRUPO LENA (Venezuela), ATRAL CIPAN (Venezuela e Peru), E-XAMPLE (México) e Saraiva & Associados (Colômbia), que incentivaram os empresários presentes a investir nestes países, deixando muito conselhos: “Reúna toda a informação antes de ir, nunca utilizar consultoria de táxi e dormir na porta do cliente se não o quiser perder”, referiu António Dias, da Famaval; “os recursos mais competentes que temos na empresa são os que devemos levar, quando pensamos em internacionalização, pois devemos sempre levar o que temos de melhor, só assim sobreviveremos a essa decisão. Além de que nunca devemos esperar resultados a breve prazo. Isso não existe”, alertou Joaquim Paulo Conceição, CEO do Grupo Lena.